Nas últimas duas semanas foram leiloadas 108 toneladas de marfim pela Namíbia, Zimbábue, África do Sul e Botsuana, com permissão da Convenção para Comércio Internacional de Espécies Protegidas.Os principais compradores foram China e Japão, maiores mercados mundiais do produto. Foi o primeiro leilão com aval internacional em uma década - desde que se proibiu a venda do marfim para combater a caça ilegal.
Os compradores pagaram US$ 17 milhões pelo lote. Apesar da aprovada pela Convenção, a venda gerou polêmica: para produzir 108 toneladas de marfin foi preciso matar 10 mil elefantes. Um número lastimável, segundo entidades de defesa dos animais.
O comércio de marfim é apontado como principal pivô da ameaça de extinção do elefantes.
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